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A política de pescas da UE beneficia apenas a China!

Gabinete de Imprensa do Grupo ESN · 1 minuto de leitura
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Um estudo sobre a Diretiva da UE relativa ao Ordenamento do Espaço Marítimo expõe o alarmante fracasso da política da UE. A diretiva constitui um quadro juridicamente vinculativo que obriga os Estados-Membros da UE a gerir, de forma sustentável, atividades como a produção de energia, o transporte marítimo, o turismo e as pescas nos mares da UE.

Um estudo recentemente realizado analisou os efeitos desta política e concluiu que o setor mais importante — as pescas — é o único que não está a crescer. Enquanto o turismo representa a maior parte da economia oceânica da UE e a energia eólica é a que cresce mais rapidamente, a aquicultura está estagnada e as pescas estão em declínio. Na competição pelo espaço marítimo, os parques eólicos têm claramente a maior prioridade para a UE, afastando cada vez mais a indústria pesqueira europeia, que já se encontra em dificuldades.

Também não é mencionado o problema estratégico da externalização da nossa produção piscícola para países terceiros, especialmente a China — uma tendência crescente que ameaça a segurança alimentar europeia.

Segundo Siegbert Droese, eurodeputado do Grupo ESN e membro da Comissão das Pescas (PECH), “ambas as ameaças — à segurança energética da UE e ao seu abastecimento alimentar — evidenciam a falta de visão estratégica na política da UE. Durante anos, os burocratas da UE têm colocado as metas de neutralidade climática acima da segurança e da prosperidade dos cidadãos europeus.”