“‘Não sabemos — e não queremos saber.’ Estas palavras resumem de forma sucinta e clara a resposta da Comissão Europeia e do Comissário Magnus Brunner.”
Aparentemente, Bruxelas receia o poder político explosivo de números honestos. Todos os anos, centenas de milhares de migrantes ilegais entram na UE — no entanto, ninguém quer saber quanto isto custa. Quem não conta, não tem de assumir responsabilidades. E quem não mede, pode ignorar tudo. A recusa em proporcionar qualquer transparência é uma afronta aos contribuintes europeus.
Apelo, por conseguinte, a uma análise de custos independente, específica por país e transparente da migração ilegal. Quem quiser falar sobre migração deve também falar sobre as suas consequências — com honestidade, com base em dados e sem filtros ideológicos. Qualquer outra abordagem constitui uma fachada política à custa dos cidadãos.