Washington,
24 de fevereiro de 2025
CPAC 2025 – Uma delegação da ESN visitou o Congresso Conservador em Washington
Todos os anos, desde 1974, os americanos organizam um grande encontro de conservadores de todo o mundo. Mais uma vez este ano, um grande número de figuras proeminentes participou no evento, no contexto da recente eleição de Donald Trump. O Grupo ESN no Parlamento Europeu participou naturalmente no evento e enviou uma delegação.
Os deputados ao Parlamento Europeu do Grupo ESN tiveram a oportunidade de ouvir o Presidente Donald Trump e outros oradores de alto nível. A convenção demonstrou que os membros do Grupo ESN partilham muitos dos mesmos valores que os conservadores e patriotas de todo o mundo:
A liberdade dos povos. Uma lufada de liberdade sopra pelas democracias ocidentais e o Grupo ESN partilha plenamente esta aspiração democrática. Apoiam as mensagens dirigidas à convenção por Elon Musk e pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance. Ambos sublinharam os perigos para a liberdade de expressão nas democracias europeias, o que foi acolhido com agrado pelo Grupo ESN.
A soberania das nações. Os valores da independência, autonomia e soberania das nações foram também amplamente reiterados na CPAC. Nigel Farage apelou às várias nações para que se mantivessem livres e soberanas.
A necessidade de instaurar governos competentes e eficazes. Os eurodeputados do Grupo ESN puderam igualmente apreciar os exemplos dados pelo Presidente da Argentina, Javier Milei, e pela Primeira-Ministra italiana, Giorgia Meloni, que conseguiram, nos seus respetivos países, obter resultados rápidos que foram aclamados pelas suas populações.
A vontade de proteger as fronteiras. Por fim, a delegação da ESN na CPAC ouviu atentamente o novo «czar das fronteiras» da administração norte-americana, o Sr. Tom Homan, que alcançou resultados espetaculares em 4 semanas, com uma redução de 95% nas entradas ilegais nos Estados Unidos.
Os eurodeputados do Grupo ESN no Parlamento Europeu regressaram deste evento mais fortalecidos na sua luta para servir as suas nações soberanas.