Num relatório de caráter altamente político, a comissão aprovou o reforço da censura nas redes sociais, um aumento do financiamento para ONG de esquerda e a condenação da Hungria.
Numa votação surpreendente, foi mesmo aprovado que os Estados-Membros que ainda não o tenham feito devem introduzir o reconhecimento legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo.
A proposta só pôde ser aprovada graças a uma maioria de esquerda apoiada pelos votos do PPE. O Grupo ESN lamenta que os membros do PPE tenham cedido às exigências da esquerda.
O reconhecimento legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado pelos eurodeputados do PPE Monika Hohlmeier (Alemanha), Verena Mertens (Alemanha), Oliver Schenk (Alemanha), Ioan-Rareş Bogdan (Roménia), Paulo Cunha (Portugal), Rasa Juknevičienė (Lituânia), Jeroen Lenaers (Países Baixos), Jüri Ratas (Estónia), Tomas Tobé (Suécia), Maria Walsh (Irlanda), Javier Zarzalejos (Espanha) e Tomáš Zdechovský (Chéquia).
A ESN continuará a defender posições genuinamente de direita, tais como a soberania dos Estados-Membros para decidirem por si próprios sobre este tema.
Milan UHRIK, deputado ao Parlamento Europeu,
Coordenador da ESN na Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos